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Já sentiu aquela sensação de ser seguido na internet? Você pesquisa um produto e de repente, ele aparece em todos os lugares . Isso se deve aos cookies de terceiros, pequenos arquivos de dados que os sites usam para rastrear sua navegação na web. No entanto, essa realidade está prestes a mudar. Grandes players do setor, como Google e Apple, anunciaram o fim desses cookies. Isso pode parecer uma vitória para a privacidade, mas quais serão os reais impactos na indústria da mídia digital, que depende dessas "migalhas digitais" para direcionar sua publicidade de forma eficaz? Vamos descobrir.

A mídia programática é uma das formas de publicidade que mais vem ganhando destaque no mercado digital. Em suma, as campanhas programáticas fazem uso de ferramentas de tecnologia e dados para a compra de espaços publicitários de forma automatizada. Dentre as suas diversas vantagens, aqui ressaltamos três: a estratégia está focada na audiência desejada e não mais na compra de anúncios “soltos” em mídias independentes; com uma única operação a campanha é exibida em diversos sites/canais ; e o ROI (sigla para Retorno Sobre Investimento) é maior, já que a mídia conversa diretamente com o público-segmentado. Pelos motivos acima apresentados, a mídia programática é indicada para todo e qualquer negócio, independente do segmento e porte. E se o gestor ainda não tem 100% de certeza sobre o uso da estratégia, é possível fazer testes e otimizações ao longo da campanha. Mas, para incluir as campanhas programáticas no seu planejamento de marketing, é preciso conhecer melhor as suas estratégias. Nesta matéria vamos desvendar as siglas e conceitos para que você tenha mais segurança sobre o assunto.